Não queria de novo vir falar da quietude do silêncio, desde o dia que aprendi a entender e sentir a importância do silêncio tem mudado muita coisa.
Aprendi a ouvir meus próprios apelos e como lidar com eles, ele hoje me fala muito o que eu me diria, mas como é uma resposta, materializa para mim o que eu deveria ouvir.
O silêncio me ouve muito bem e agora conversa comigo, me ajuda e precisa de mim assim como preciso dele.
Aprendi que ele pode me abraçar, que eu gosto muito desse abraço e que ele sente muito tudo a sua volta pois não perde tempo com todo esse barulho.
O silêncio quando fala é em eco, mas o eco do silêncio tem o seu charme, uma coisa muito singular e bonita que me faz ouvir e aprender.
O silêncio que eu amo, me ama, me supre e me faz sentir saudade. Ele nem deveria ser chamado de silêncio, pois a música que sai dele me faz deseja ser dele um eco eterno, do meu jeito, para que assim ele me admirasse tanto quanto eu o admiro e me calo para ouvir.
O silêncio que eu conheci, senti e amo deveria cantar pra sempre e o eco deveria ser seu músico, para todo mundo dançar, cantar e para a felicidade ser um abraço sem fim.
O silêncio...aquele que mesmo sem movimentos sonoros consegue alcançar um efeito muito grande apenas com sua presença...O que seria do mundo sem o silêncio e de seu abraço que alenta?Parabéns.
ResponderExcluirDigamos que estou bem assim também Pepe, estamos nos escutando, e nos entendendo. Ele tem muito a nos ensinar...
ResponderExcluirAmén!!!
ResponderExcluirMuito bom!!
Lindoo Pee!
ResponderExcluirEsse silêncio te ama muito.
E seria redundante ficar aqui falando o quanto você escreve maravilhosamente bem, toca, emociona. Sinto-me honradíssimo por esse.
Te amo muito velho!!