Há tanta coisa a escrever e tudo me parece importante
Essa semana, depois de anos, escrevi à Mão
E ela não respondeu
terça-feira, 16 de maio de 2017
O aprender e o sentir
Tem coisas que a vida não muda, tem coisas que a gente não quer mudar.
Como hoje sentados lado a lado sem que eu pudesse te enxergar, algumas poucas conversas e sentimentos que não sei decifrar.
A pressa é inimiga da compreensão e devagar é que se entende a vida. Algumas pessoas sofrem rompimentos, tragédias, traumas que as levam a entender a vida de forma brusca, mais rápida. Outras entendem através do aprendizado dos outros por muito observar. Algumas outras aprendem mesmo devagar e outras por mais que entendam a vida completamente diferente, também aprendem. Afinal, a vida é um aprendizado e por mais que haja suas diferenças é sempre devagar. Estranho pensar que a dor de viver é igual dor de machucado que passa aos poucos e, aos poucos, a gente vai entendendo que com cuidado, nosso ou externo, a gente se cura, a dor passa e abre espaço pra mais aprendizado. Acho que no atual momento começo a compreender o tempo e esse tempo que a vida leva, entendo que é preciso ser paciente e ser cuidadoso com toda pessoas que no atravessa ou pela qual nos atravessamos. Acho que devemos mesmo ser pacientes e ao mesmo tempo que devemos ter paciência devemos nos deixar curar, ser sempre paciente.
Não quero mudar o rumo desse texto e vou deixar assim.
Tem coisas que a vida não muda, tem coisas que a gente quer mudar.
Dentre isso tudo desejo que seja livre sentir e que o sentir torne livre o falar, sempre o que o seu falar não afetar de maneira hostil o outro.
Desejo que o ouvir seja mais atento e que todos sejam abertos ao sentir sem culpa, sem medo.
Que a dor se cure e que as cicatrizes sejam sensíveis ao amor e ao cuidado.
Que o sentir não seja brincadeira.
Digo mais,
Se isso tudo for brincadeira, é porquê brincamos demais.
"Quinta carta da série de cartas de Oicani para os homens"
Como hoje sentados lado a lado sem que eu pudesse te enxergar, algumas poucas conversas e sentimentos que não sei decifrar.
A pressa é inimiga da compreensão e devagar é que se entende a vida. Algumas pessoas sofrem rompimentos, tragédias, traumas que as levam a entender a vida de forma brusca, mais rápida. Outras entendem através do aprendizado dos outros por muito observar. Algumas outras aprendem mesmo devagar e outras por mais que entendam a vida completamente diferente, também aprendem. Afinal, a vida é um aprendizado e por mais que haja suas diferenças é sempre devagar. Estranho pensar que a dor de viver é igual dor de machucado que passa aos poucos e, aos poucos, a gente vai entendendo que com cuidado, nosso ou externo, a gente se cura, a dor passa e abre espaço pra mais aprendizado. Acho que no atual momento começo a compreender o tempo e esse tempo que a vida leva, entendo que é preciso ser paciente e ser cuidadoso com toda pessoas que no atravessa ou pela qual nos atravessamos. Acho que devemos mesmo ser pacientes e ao mesmo tempo que devemos ter paciência devemos nos deixar curar, ser sempre paciente.
Não quero mudar o rumo desse texto e vou deixar assim.
Tem coisas que a vida não muda, tem coisas que a gente quer mudar.
Dentre isso tudo desejo que seja livre sentir e que o sentir torne livre o falar, sempre o que o seu falar não afetar de maneira hostil o outro.
Desejo que o ouvir seja mais atento e que todos sejam abertos ao sentir sem culpa, sem medo.
Que a dor se cure e que as cicatrizes sejam sensíveis ao amor e ao cuidado.
Que o sentir não seja brincadeira.
Digo mais,
Se isso tudo for brincadeira, é porquê brincamos demais.
"Quinta carta da série de cartas de Oicani para os homens"
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