Não acordou com o sol se despedindo, como era tão comum
Levantou-se assim que chegara e o vê agora como um novo amigo
Tem decidido enfrentar a escuridão que o cerca
Para assim ter mais espaço iluminado
Caminha aos poucos e em círculos nesse terreno que desconhece
Abrindo caminho, encontrando sonhos e objetivos
"A luz avança com a nossa decisão e onde ela avança não retorna a escuridão"
Pensando nisso tem vagado assim, calado, com poucos, mas nobres
Determinado, mudado, quase sozinho, mas muito bem acompanhado.
Quanto mais descobre, mais tem pra si
Quanto mais abandona, mais encontra
Quanto mais enfrenta, mais desafia
Quanto mais rompe, mais se enlaça
Acaba que pensando agora
Não passava de um ser medroso encurralado
Trancado em um metro quadrado de luz
Que bastavam para sua ilusão
Já as paredes escuras pareciam tão insólitas
E que as amarras da inércia eram tufos de algodão.
domingo, 20 de maio de 2012
quinta-feira, 3 de maio de 2012
Pra me explicar
Há algum tempo eu era um cara que vivia uma vida e acreditava em algumas coisas, certas coisas eu acreditava tanto, que chego até a acreditar, que influenciei outras pessoas à acreditarem nisso também. Quando a gente acredita muito em uma coisa, mentaliza muito alguma coisa, essa coisa passa a ser verdade, pra nós e pra quem está perto de nós, inclusive passa a ser real, com fatos e tudo.
Esse cara que eu era, acreditava em muita coisa que o cara que eu sou hoje não acredita, além de não acreditar em muita coisa que eu acredito hoje. Hoje já não acredito que vou conseguir as coisas não acreditando, também não acredito tanto na força da poesia e da palavra exposta, essa mania de falar do que todo mundo fala, mania de mostrar pro mundo o que eu faço ou deixo de fazer, nem acredito mais naquela pseudo rebeldia que não ia me levar à lugar algum, nem ia ajudar ninguém em nada. Hoje eu acredito nas coisas com o pé no chão, acredito na poesia e na palavras que necessitam ser ditas, acredito que a gente não deve negativizar nada, nem deve tentar impor sua verdade à ninguém. Antes eu cometi um erro e esse erro foi de começar algo que eu acreditava e que todo mundo acreditava que ia ter fim, quando o começo veio abraçado com o breve e que desde o começo acreditamos que seria assim, sim eu cometo erros como todo mundo comete e eu me desculpo quando percebo que errei, nada mais humano e mais sincero do que assumir um erro, mas a diferença do meu eu antigo pro meu eu de hoje é que além de perceber o erro não vou repeti-lo. Não adianta de nada a gente se desculpar e não se esforçar pra não errar de novo. Hoje eu não acredito em palavras de impacto, nem acredito que hora ou outra vou sair por ai expondo pro mundo saber os meus atos ou fatos mundanos da minha vida (que fique claro que o texto é uma explicação e não uma exposição de atos, nem de fatos da minha vida, como era muito comum antes). Hoje eu acredito é em algumas palavras bem clichês mas que há muito tempo perderam tanto sua essência, perderam espaço pra outras palavras que não tem essência alguma a não ser a essência do impacto que só afeta pessoas que estão tão acostumada a ler coisas sem essência real. Eu acredito na real essência de palavras como, amor, esperança, liberdade ( a de verdade, não a cheia de ilusão), amizade (quem sabe, sabe do que eu estou falando), disposição, fé, essa ultima que pode ser tão mal interpretada, muito mais que as outras, todas tão clichês quanto a que eu ando mais me inspirando que é: eternidade.
A gente acredita tanto em tanta coisa que não merece atenção que acaba esquecendo de acreditar no que realmente merece. Por muito tempo, meu amigos, a gente acreditou que as cosias iriam mudar sem a gente fazer nada, por muito tempo a gente nem lutou, nem acreditou no que devia, hoje nos vendo, alguns num caminho totalmente diferente do que imaginamos, outros no mesmo caminho que acreditávamos ser o certo, alguns maduros por fatos da vida, outros procurando militâncias e verdades no que acredita ser certo, outros calados nos quartos, outros vivendo devagar, outros nem pensam, nem amadurecem, outros nem vivem mais por aqui. E eu, que nunca fiz nada, pouco acreditei, pouco fiz pra mudar, que falei demais e ouvi de menos, agora tento acreditar nessas palavrinhas clichês que passaram a ser a minha eterna companhia, e sabem por quê? Porquê eu acredito na eternidade dessa companhia, porquê eu acredito mesmo em cada uma delas e acredito que não preciso de nada além do que acreditar. E porquê eu acredito que enquanto eu acreditar com muita, esperança, amor, amizade, liberdade, disposição e fé (que é o mesmo que acreditar) eu conseguirei transformar todas essas palavras e todos os os meus sonhos em eternidade, além da minha finita vida.
obs: Meus singulares sentimentos e meu amor por cada pessoa nunca acabou, a nossa única certeza de fim é a vida, todo o resto muda, mas cabe a nós decidir se será eterno.
Esse cara que eu era, acreditava em muita coisa que o cara que eu sou hoje não acredita, além de não acreditar em muita coisa que eu acredito hoje. Hoje já não acredito que vou conseguir as coisas não acreditando, também não acredito tanto na força da poesia e da palavra exposta, essa mania de falar do que todo mundo fala, mania de mostrar pro mundo o que eu faço ou deixo de fazer, nem acredito mais naquela pseudo rebeldia que não ia me levar à lugar algum, nem ia ajudar ninguém em nada. Hoje eu acredito nas coisas com o pé no chão, acredito na poesia e na palavras que necessitam ser ditas, acredito que a gente não deve negativizar nada, nem deve tentar impor sua verdade à ninguém. Antes eu cometi um erro e esse erro foi de começar algo que eu acreditava e que todo mundo acreditava que ia ter fim, quando o começo veio abraçado com o breve e que desde o começo acreditamos que seria assim, sim eu cometo erros como todo mundo comete e eu me desculpo quando percebo que errei, nada mais humano e mais sincero do que assumir um erro, mas a diferença do meu eu antigo pro meu eu de hoje é que além de perceber o erro não vou repeti-lo. Não adianta de nada a gente se desculpar e não se esforçar pra não errar de novo. Hoje eu não acredito em palavras de impacto, nem acredito que hora ou outra vou sair por ai expondo pro mundo saber os meus atos ou fatos mundanos da minha vida (que fique claro que o texto é uma explicação e não uma exposição de atos, nem de fatos da minha vida, como era muito comum antes). Hoje eu acredito é em algumas palavras bem clichês mas que há muito tempo perderam tanto sua essência, perderam espaço pra outras palavras que não tem essência alguma a não ser a essência do impacto que só afeta pessoas que estão tão acostumada a ler coisas sem essência real. Eu acredito na real essência de palavras como, amor, esperança, liberdade ( a de verdade, não a cheia de ilusão), amizade (quem sabe, sabe do que eu estou falando), disposição, fé, essa ultima que pode ser tão mal interpretada, muito mais que as outras, todas tão clichês quanto a que eu ando mais me inspirando que é: eternidade.
A gente acredita tanto em tanta coisa que não merece atenção que acaba esquecendo de acreditar no que realmente merece. Por muito tempo, meu amigos, a gente acreditou que as cosias iriam mudar sem a gente fazer nada, por muito tempo a gente nem lutou, nem acreditou no que devia, hoje nos vendo, alguns num caminho totalmente diferente do que imaginamos, outros no mesmo caminho que acreditávamos ser o certo, alguns maduros por fatos da vida, outros procurando militâncias e verdades no que acredita ser certo, outros calados nos quartos, outros vivendo devagar, outros nem pensam, nem amadurecem, outros nem vivem mais por aqui. E eu, que nunca fiz nada, pouco acreditei, pouco fiz pra mudar, que falei demais e ouvi de menos, agora tento acreditar nessas palavrinhas clichês que passaram a ser a minha eterna companhia, e sabem por quê? Porquê eu acredito na eternidade dessa companhia, porquê eu acredito mesmo em cada uma delas e acredito que não preciso de nada além do que acreditar. E porquê eu acredito que enquanto eu acreditar com muita, esperança, amor, amizade, liberdade, disposição e fé (que é o mesmo que acreditar) eu conseguirei transformar todas essas palavras e todos os os meus sonhos em eternidade, além da minha finita vida.
obs: Meus singulares sentimentos e meu amor por cada pessoa nunca acabou, a nossa única certeza de fim é a vida, todo o resto muda, mas cabe a nós decidir se será eterno.
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