Já deixei muito de escrever porquê o assunto ou algo que eu ia falar poderia machucar ou ir contra alguém que amo, cansei. Acaba que todo mundo escreve sobre o seu próprio lado mesmo. O que eu realmente queria reclamar aqui não é sobre o que os outros escrevem ou falam ou de que lado estão, mas sim sobre como perdemos tempo e deixamos de amar. É isso mesmo, a pressa anda tanta e mesmo assim todo mundo perde esse precioso tempo com coisas que não valem nem um pouco a pena, preocupam-se com tudo, quando digo tudo é tudo mesmo, menos em amar. É uma tal insegurança que anda tomando quase todo mundo que convivo, uma insegurança de ser esquecido, de estar fazendo a cosia errada, de estar sendo mal interpretado, de estar sendo excluído, se preocupam tanto com isso que esquecem que são amados ou até que amam essas pessoas com quem se preocupam. Eu culpo o apego, não me livro dessa não, todo mundo se apega a alguém de uma forma ou de outra, mas tem um tipo de apego que não é saudável e esse tipo de apego é que deixa as pessoas cegas, cegas no sentindo de não enxergar coisas mínimas e belas, como um sorriso quando estamos juntos, ou uma foto sua que tá ali pra todo mundo ver, ou um carinho, um abraço espontâneo, coisas que pra mim (já que estou aqui pra falar do meu lado mesmo) fazem muita diferença e é o que realmente importa, ao meu ver, em uma relação que eu considero verdadeira. Vale lembrar que não estou obrigando ninguém a concordar com nada do que estou dizendo e que estou aqui, como todo mundo, pra falar do meu lado. E já que estou aqui pra isso, continuo, a maioria das vezes quando não concordo com algo, reajo de tal forma que isso fiquei bem claro, não vou dizer aqui que sou do tipo que olho na sua cara e falo tudo o que eu penso, porquê eu não sou assim, mas eu sou bem claro. Não vou dizer também que sou a melhor pessoa e mais segura porquê também sei que não sou, ninguém é, o ponto é que não deixo amar e prefiro sentir que os outros também não deixaram, não quero deixar de ver amor nas coisas singelas, coisas que eu posso até não ver na hora, mas que reconheço depois. Está todo mundo muito confortável a ver amor somente nas próprias ideias do que é o amor, se esquecem de notar que há outras formas e ideias de amor e pra cada pessoa isso é de um jeito. Tem gente que se mostra numa canção, alguns em textos, outros em artes visuais, outros em empenho, num sorriso, num abraço, na raridade dos atos, na sensibilidade, numa infinidade de modos e tem até alguns que conseguem em muitos deles ao mesmo tempo, mas cada um da sua forma, da sua maneira de se fazer notar. Torço pra que percamos mesmo muito tempo tentando procurar a forma de "mostrar o amor" de cada um e deixemos o que não vale a pena de lado. Como disse desde o início estou aqui pra falar do meu lado e sinceramente, do lado que eu venho defender só há uma certeza:
Eu amo, amo muito e sei que cada um sabe por si o quanto eu amo, cada um.
terça-feira, 27 de setembro de 2011
domingo, 25 de setembro de 2011
Somos
Hoje estamos iguais
Pensamos, vivemos, rimos,
Comemos muito!
E ainda digo que quero mais
Hoje meu berço esteve aqui
Traços do que sou
Porquê sou
E a maior felicidade veio daí
Sim, com o seu sorriso carinhoso
Acolhedora e gentil
Vi você assim para quem mais amo
Hoje eu te amo como nunca
E não é só pelo que você fez
É pelo que você sente
E por eu ser tão feliz
Com essa luz que emana de você
E reflete em mim.
Pensamos, vivemos, rimos,
Comemos muito!
E ainda digo que quero mais
Hoje meu berço esteve aqui
Traços do que sou
Porquê sou
E a maior felicidade veio daí
Sim, com o seu sorriso carinhoso
Acolhedora e gentil
Vi você assim para quem mais amo
Hoje eu te amo como nunca
E não é só pelo que você fez
É pelo que você sente
E por eu ser tão feliz
Com essa luz que emana de você
E reflete em mim.
Alienemos
Eu conheço essas pedras
Essas plantas, esse lugar
Eu conheço essas montanhas
Cachoeiras vêm me banhar
Eu conheço essas ruas
As palmeiras os carcarás
Eu conheço o rosto do povo
Essa história eu vou contar
Tem gente levando no grito
No som do apito, todo seu pensar
Tem gente que leva pra casa
Dinheiro do povo, tem o que comprar
Tem gente que fica calada
Sentado em casa, não quer preocupar
E gente que carrega nas costas
Conheço quem tem orgulho
De um rosto bonito, do jeito de falar
Conheço quem vai pra ruas
E briga um monte, tenta melhorar
Conheci um cara bacana
Que na outra semana, deu de se entregar
Pra todo esse jogo doente
De quem sai por cima pra ver o fim chegar
Eu conheço essas pedras
Essas plantas, esse lugar
Eu conheço essas montanhas
Cachoeiras vêm me banhar
Eu conheço essas ruas
As palmeiras os carcarás
Eu conheço das casas e dos quintais
Sei de todo Brasil, mas não sei das Gerais
Que aqui se você não fala
Não muda em nada, não vão te mudar
Já se você revoltou
E na revolta falou, eles vão te calar
Aqui o mundo não anda
Escolas fechadas, não tem onde estudar
Mas ainda temos propaganda
Dinheiro não falta pra poder maquiar
Ah! Mas eu conheço essas ruas
As palmeiras os carcarás
Eu conheço das casas e dos quintais
Sei de todo Brasil, mas não sei das Gerais
Essas plantas, esse lugar
Eu conheço essas montanhas
Cachoeiras vêm me banhar
Eu conheço essas ruas
As palmeiras os carcarás
Eu conheço o rosto do povo
Essa história eu vou contar
Tem gente levando no grito
No som do apito, todo seu pensar
Tem gente que leva pra casa
Dinheiro do povo, tem o que comprar
Tem gente que fica calada
Sentado em casa, não quer preocupar
E gente que carrega nas costas
Um país inteiro e sem reclamar
Conheço quem tem orgulho
De um rosto bonito, do jeito de falar
Conheço quem vai pra ruas
E briga um monte, tenta melhorar
Conheci um cara bacana
Que na outra semana, deu de se entregar
Pra todo esse jogo doente
De quem sai por cima pra ver o fim chegar
Eu conheço essas pedras
Essas plantas, esse lugar
Eu conheço essas montanhas
Cachoeiras vêm me banhar
Eu conheço essas ruas
As palmeiras os carcarás
Eu conheço das casas e dos quintais
Sei de todo Brasil, mas não sei das Gerais
Que aqui se você não fala
Não muda em nada, não vão te mudar
Já se você revoltou
E na revolta falou, eles vão te calar
Aqui o mundo não anda
Escolas fechadas, não tem onde estudar
Mas ainda temos propaganda
Dinheiro não falta pra poder maquiar
Ah! Mas eu conheço essas ruas
As palmeiras os carcarás
Eu conheço das casas e dos quintais
Sei de todo Brasil, mas não sei das Gerais
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Falo, escrevo do geito que eu querê
E vai si fudê quem vim falar merda
Qui qui qui portuguêis bunitin mané scambal
Ain que o portugês é uma lingua rica, lingua linda
Vai toma no cú, no cú com assento e assento com dois eçe mesmo
Até onde eu intendo o homem dezenvouveu a escrita para rejistrar o que é falado
Até onde eu intendo se a escrita foi feita pra isso
Porquê raio que esse portugês não çegue esse padrão?
É jota é Gê é dois eçe e Cêçidilha o inferno de coisa que a gente tem q decorar
É eme antes de pê e bê, é eçe erre depois de ene e a tem uns que nem é
Daih acuzam o indivídu de ser burro
Burro é quem fica perdenu tempo tentando intendê!
Intendeu o que eu falei?
Não? É açim que eu me cinto!
Fue!
Qui qui qui portuguêis bunitin mané scambal
Ain que o portugês é uma lingua rica, lingua linda
Vai toma no cú, no cú com assento e assento com dois eçe mesmo
Até onde eu intendo o homem dezenvouveu a escrita para rejistrar o que é falado
Até onde eu intendo se a escrita foi feita pra isso
Porquê raio que esse portugês não çegue esse padrão?
É jota é Gê é dois eçe e Cêçidilha o inferno de coisa que a gente tem q decorar
É eme antes de pê e bê, é eçe erre depois de ene e a tem uns que nem é
Daih acuzam o indivídu de ser burro
Burro é quem fica perdenu tempo tentando intendê!
Intendeu o que eu falei?
Não? É açim que eu me cinto!
Fue!
domingo, 18 de setembro de 2011
Decisão de Poeta(isa)
Já não sei identificar essa dor no peito
Não sei se é o coração, se é o mal jeito
Se você não sente isso igual
É porquê não é verdade
Essa dor que sinto agora é minha prova
Não há arrependimentos
Não existe aqui nenhuma culpa
Espero que pra você também não
Já que não sofre com nenhum fim
Já que na verdade não houve entrega
Não há? Nunca? Não provei?
Não tem problema
Como já te disse não me importaria
Se você precisa dar seus passos
Ou se o mundo não quer te ouvir
Não sei, talvez fui eu
Mas respondo o seu se
E a resposta é sim
O lápis a mão e todos os sinais de pontuação
São seus, assim como eu
Fico aqui não me importo
Respeito sempre a decisão de um(a) poeta(isa)
Se isso for o caminho certo
Para um(a) happy end
Não sei se é o coração, se é o mal jeito
Se você não sente isso igual
É porquê não é verdade
Essa dor que sinto agora é minha prova
Não há arrependimentos
Não existe aqui nenhuma culpa
Espero que pra você também não
Já que não sofre com nenhum fim
Já que na verdade não houve entrega
Não há? Nunca? Não provei?
Não tem problema
Como já te disse não me importaria
Se você precisa dar seus passos
Ou se o mundo não quer te ouvir
Não sei, talvez fui eu
Mas respondo o seu se
E a resposta é sim
O lápis a mão e todos os sinais de pontuação
São seus, assim como eu
Fico aqui não me importo
Respeito sempre a decisão de um(a) poeta(isa)
Se isso for o caminho certo
Para um(a) happy end
Desabafo
Ando tentando ser o mais coerente possível
Paciente, calmo, pensativo
Chegou a um ponto que meu orgulho não permite
Se eu não agir como ando agindo não aguento
Expludo, deixo de ser
Se pra você ainda é normal agir como está
Se é simples pensar como pensa e agir como age
Se ainda não encontra motivos para vir até mim
Olhar, pedir, chamar, conversar
Conversar! Quanto tempo né?
Talvez realmente tenha desistido de conversar
De entender de nos entender
O problema é que as gastrites sobrepuseram a realidade
Nos preocupamos mais com elas do que conosco
E se mesmo assim não sobra tempo pro abraço
Pra paciência, pra conversa
Sinto muito.
Paciente, calmo, pensativo
Chegou a um ponto que meu orgulho não permite
Se eu não agir como ando agindo não aguento
Expludo, deixo de ser
Se pra você ainda é normal agir como está
Se é simples pensar como pensa e agir como age
Se ainda não encontra motivos para vir até mim
Olhar, pedir, chamar, conversar
Conversar! Quanto tempo né?
Talvez realmente tenha desistido de conversar
De entender de nos entender
O problema é que as gastrites sobrepuseram a realidade
Nos preocupamos mais com elas do que conosco
E se mesmo assim não sobra tempo pro abraço
Pra paciência, pra conversa
Sinto muito.
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Raivinha (porquê pensou que era mentira)
Não encontrei palavras para te responder
É simples, tem coisas que acho que não consigo escrever
Muito menos falar e as tentativas são falhas
E assim como é difícil pra mim emitir
Sei como é difícil pra você receber coisas do tipo
Hoje acordei como nos últimos dias
Com uma agradável sensação de pra sempre
Digo o tempo todo que nunca digo pra sempre
Eu sei, mas estranho como emitir e receber
É acordar com essa sensação de sempre de você
Estranho como sentir o sempre em você
É perceber como isso é tão agradável
Hoje precisei de um pouco de apoio
E na hora certa você deu
Não se incomode ou se envergonhe das palavras
As que devem ficar ficarão, as que não, passam
Não pense que não te quero por perto
Não se magoe quando eu reclamar que você não me espera
Assim como a vida. você dá passos longos
Não me importo em me apressar depois de alguma espera
Não me importo de me dedicar
Não me importo em ser vó velha e chata
Não me importo em te dizer que não está sujo
Não me importo que este texto não fiquei tão bom quanto os seus
Não me importaria se você me pedisse todos os dias tudo
Eu quero somente que continue a ser
Continue acreditando mesmo quando é difícil
Continue a não receber nem emitir, não tem problema
Só acorde junto comigo
Nesse pra sempre agradável
Que anda me acompanhando todo esse tempo.
É simples, tem coisas que acho que não consigo escrever
Muito menos falar e as tentativas são falhas
E assim como é difícil pra mim emitir
Sei como é difícil pra você receber coisas do tipo
Hoje acordei como nos últimos dias
Com uma agradável sensação de pra sempre
Digo o tempo todo que nunca digo pra sempre
Eu sei, mas estranho como emitir e receber
É acordar com essa sensação de sempre de você
Estranho como sentir o sempre em você
É perceber como isso é tão agradável
Hoje precisei de um pouco de apoio
E na hora certa você deu
Não se incomode ou se envergonhe das palavras
As que devem ficar ficarão, as que não, passam
Não pense que não te quero por perto
Não se magoe quando eu reclamar que você não me espera
Assim como a vida. você dá passos longos
Não me importo em me apressar depois de alguma espera
Não me importo de me dedicar
Não me importo em ser vó velha e chata
Não me importo em te dizer que não está sujo
Não me importo que este texto não fiquei tão bom quanto os seus
Não me importaria se você me pedisse todos os dias tudo
Eu quero somente que continue a ser
Continue acreditando mesmo quando é difícil
Continue a não receber nem emitir, não tem problema
Só acorde junto comigo
Nesse pra sempre agradável
Que anda me acompanhando todo esse tempo.
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Dia
E minhas próprias tentativas se perderam.
Frase do dia: tome cuidado ao pisar em terrenos de pessoas que te amam.
É, isso tem valido muito para os tempos.
Pergunta do dia: você já se sentiu sozinho?
Minha resposta é sim, e muito, muitas vezes
Já ouvi conselhos, já cuidei dos meus problemas e já cuidei dos outros
Já me arrependi e já me decepcionei muito
E sei muito bem quem eu não quero perto de mim
Mas acima de tudo sei quem eu quero pra sempre perto de mim
Já dei passo que eu não queria e não tive vergonha de voltar atrás
Já andei muito e já me cansei da caminhada várias vezes
Mas simplesmente o importante é se prender no caminhar
Não pare, não me siga, mas o mais importante: não siga ninguém
As pessoas que se mostram estar mais certas podem ser as mais desequilibradas
Ande sozinho, não sozinho de companhia mas com seus próprios pés
Isso não é pra alguém, isso é pra todo mundo e pra ninguém.
Frase do dia: tome cuidado ao pisar em terrenos de pessoas que te amam.
É, isso tem valido muito para os tempos.
Pergunta do dia: você já se sentiu sozinho?
Minha resposta é sim, e muito, muitas vezes
Já ouvi conselhos, já cuidei dos meus problemas e já cuidei dos outros
Já me arrependi e já me decepcionei muito
E sei muito bem quem eu não quero perto de mim
Mas acima de tudo sei quem eu quero pra sempre perto de mim
Já dei passo que eu não queria e não tive vergonha de voltar atrás
Já andei muito e já me cansei da caminhada várias vezes
Mas simplesmente o importante é se prender no caminhar
Não pare, não me siga, mas o mais importante: não siga ninguém
As pessoas que se mostram estar mais certas podem ser as mais desequilibradas
Ande sozinho, não sozinho de companhia mas com seus próprios pés
Isso não é pra alguém, isso é pra todo mundo e pra ninguém.
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Rotineiro
A raiva passou, o tédio se foi
A angustia que antes tomara conta
Hoje nem deu as caras
As coisas tomaram um ar amarelo (isso pra mim é ótimo)
O dia até passou mais rápido
Rejeitei de forma quase inconsciente
Aquele sorriso magenta de mais cedo
Prefiro assim como está, tudo bem
Parte da poeira resolveu viajar como o vento
E algumas flores e folhas me visitaram na cozinha
A cama foi pra sala e encontrou lá seu lugar
O sol está por trás das nuvens tem três dias
Mas sei que ele sorri de lá
Um bando de passarinho aparece
Todos os dias cantando na árvore do terreno ao lado
É o movimento dessa casa é muito bom
Quando tudo volta ao ordinário.
A angustia que antes tomara conta
Hoje nem deu as caras
As coisas tomaram um ar amarelo (isso pra mim é ótimo)
O dia até passou mais rápido
Rejeitei de forma quase inconsciente
Aquele sorriso magenta de mais cedo
Prefiro assim como está, tudo bem
Parte da poeira resolveu viajar como o vento
E algumas flores e folhas me visitaram na cozinha
A cama foi pra sala e encontrou lá seu lugar
O sol está por trás das nuvens tem três dias
Mas sei que ele sorri de lá
Um bando de passarinho aparece
Todos os dias cantando na árvore do terreno ao lado
É o movimento dessa casa é muito bom
Quando tudo volta ao ordinário.
domingo, 11 de setembro de 2011
O campo
A imagem
É de
Um monte
De iguais
Tudo
Igualzinho
Tudo
Juntinho
Num campo
Verde
E grande
Cavando um buraco
E cada um
Uns antes
Outros depois
Tudo
Igualzinho
Vão morrer ali dentro.
É de
Um monte
De iguais
Tudo
Igualzinho
Tudo
Juntinho
Num campo
Verde
E grande
Cavando um buraco
E cada um
Uns antes
Outros depois
Tudo
Igualzinho
Vão morrer ali dentro.
Tédio
Essa semana me questionei sobre meu tempo, sobre como eu uso e aproveito meu tempo.
Cheguei a conclusão que não faço bom uso, que quase não vejo o dia e que deveria mudar.
Hoje eu acordei cinco horas mais cedo do que de costume, certo de que iria aproveitar muito bem o meu tempo.
Hoje cheguei a outra conclusão, tinha ficado no estado anterior para evitar o tédio, o raio desse tédio que to sentindo hoje por causa da minha maldita decisão.
Ô vidinha viu?
Cheguei a conclusão que não faço bom uso, que quase não vejo o dia e que deveria mudar.
Hoje eu acordei cinco horas mais cedo do que de costume, certo de que iria aproveitar muito bem o meu tempo.
Hoje cheguei a outra conclusão, tinha ficado no estado anterior para evitar o tédio, o raio desse tédio que to sentindo hoje por causa da minha maldita decisão.
Ô vidinha viu?
sábado, 10 de setembro de 2011
Todas você (hoje você é você)
Elas são em maioria negras e claras e azuis
E são doces e ácidas, salgadas
São leves, carregadas, equilibradas
Puras, vorazes e amadas
São calmaria, inconstância, atenção
Elas são pernas e bocas e mãos
E São Brás, São Pedro, São Sebastião
Larva, pupa e borboleta
Elas são poeira, planeta e cometa
E são galáxias e constelação
São entendidas, confusas, por si
E estão longe e perto e aqui
São initium e medio e end
O não, o talvez e o sim
Elas são e sendo enfim
Esse todo em complexa união
O tudo que eu quero e preciso
Guardo e trago comigo
Todas elas pra mim.
E são doces e ácidas, salgadas
São leves, carregadas, equilibradas
Puras, vorazes e amadas
São calmaria, inconstância, atenção
Elas são pernas e bocas e mãos
E São Brás, São Pedro, São Sebastião
Larva, pupa e borboleta
Elas são poeira, planeta e cometa
E são galáxias e constelação
São entendidas, confusas, por si
E estão longe e perto e aqui
São initium e medio e end
O não, o talvez e o sim
Elas são e sendo enfim
Esse todo em complexa união
O tudo que eu quero e preciso
Guardo e trago comigo
Todas elas pra mim.
Chega.
A segunda dose dependendo do que
Te faz cair
O segundo trago é sempre bom
Sem gosto de fósforo
A segunda noite
É sempre mais calma
O segundo beijo
É afetuoso
A segunda estrela
Te faz sorrir
A segunda briga
Nos faz pensar
A segunda república nomeada
Tem nome de ave
O segundo carinho
Faço no ombro
A segunda mordida
Te dou no braço
O segundo segundo
É só mais um em 60 em sessentas
60 segundas em 60 minutas
Me lembra que 60 horas talvez já dê
Pra lembrar que perto já vem você
Mas por favor segunda-feira
Deixa de ser segunda e vira primeira
Primeira colocada com ela no colo
E entrega ela pra mim.
Te faz cair
O segundo trago é sempre bom
Sem gosto de fósforo
A segunda noite
É sempre mais calma
O segundo beijo
É afetuoso
A segunda estrela
Te faz sorrir
A segunda briga
Nos faz pensar
A segunda república nomeada
Tem nome de ave
O segundo carinho
Faço no ombro
A segunda mordida
Te dou no braço
O segundo segundo
É só mais um em 60 em sessentas
60 segundas em 60 minutas
Me lembra que 60 horas talvez já dê
Pra lembrar que perto já vem você
Mas por favor segunda-feira
Deixa de ser segunda e vira primeira
Primeira colocada com ela no colo
E entrega ela pra mim.
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Passo
Ah! É como ver uma montanha
Abaixar com o poder do vento
Vai, se você tem pra me contar
Algum sonho que eu possa realizar
Eu sei que pode ser o pior momento
Eu sei que quem mata o sonho é o tempo
Eu quero ver o mar, eu quero ver o mar
Eu sei que pode ser o melhor momento
Eu sei imaginar, eu posso, eu sinto
Eu quero me encontrar, eu quero me encontrar
Aqui ou em outro lugar...
Abaixar com o poder do vento
Vai, se você tem pra me contar
Algum sonho que eu possa realizar
Eu sei que pode ser o pior momento
Eu sei que quem mata o sonho é o tempo
Eu quero ver o mar, eu quero ver o mar
Eu sei que pode ser o melhor momento
Eu sei imaginar, eu posso, eu sinto
Eu quero me encontrar, eu quero me encontrar
Aqui ou em outro lugar...
Aura falta na falta que me faz
Chego em casa sem nenhuma surpresa
A casa é a mesma, o quarto é o mesmo
A dor no estômago e aquele cheiro ruim de ônibus
Estranho ou normal, mas há sua aura em tudo
Como se cada passo dentro deste espaço
(De tijolos, cimento, telha, tinta e mofo)
Me remetessem você
Tem sua água perfumada em cima da mesa
Tem a cama que não está desarrumada
Porquê ela ainda não foi arrumada
Tem o farol que nesse horário já é silêncio
As gaivotas estão almoçando
E as estrelas já se esconderam faz tempo
Tem o Divã que é sozinho e que sozinho não é (divã)
Tem o travesseiro, tem poesia
Tem cachecol, tem água, tem saudade
Tem ele que é sozinho e que sozinho não sou (eu)
Tem você em tudo e ainda sim te falta
Te falta em tudo aqui, menos em mim
Que insiste em doer quando penso que ainda demora
Demora, mas passa
E nós sabemos que essa dor e essa falta
Não se perde na aura
Mas se encerra num abraço
Pois é, eu te amo.
A casa é a mesma, o quarto é o mesmo
A dor no estômago e aquele cheiro ruim de ônibus
Estranho ou normal, mas há sua aura em tudo
Como se cada passo dentro deste espaço
(De tijolos, cimento, telha, tinta e mofo)
Me remetessem você
Tem sua água perfumada em cima da mesa
Tem a cama que não está desarrumada
Porquê ela ainda não foi arrumada
Tem o farol que nesse horário já é silêncio
As gaivotas estão almoçando
E as estrelas já se esconderam faz tempo
Tem o Divã que é sozinho e que sozinho não é (divã)
Tem o travesseiro, tem poesia
Tem cachecol, tem água, tem saudade
Tem ele que é sozinho e que sozinho não sou (eu)
Tem você em tudo e ainda sim te falta
Te falta em tudo aqui, menos em mim
Que insiste em doer quando penso que ainda demora
Demora, mas passa
E nós sabemos que essa dor e essa falta
Não se perde na aura
Mas se encerra num abraço
Pois é, eu te amo.
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Eu fecho minha mente
Tento acreditar que não estava errado
- Eu não estava errado! - Penso
Enquanto penso, caminho sem perceber
Cego pra fora, olhando pra dentro
Já sai de casa, desci a rua
Virei a direita, andei todo quarteirão
Virei a esquerda, metade do quarteirão
Quando dou por mim, sai o grito
Em frente ao portão
Ela olha pra mim
_ Tudo que eu quero é um abraço
_ ...
_ Vamos parar com isso tudo?
_ ... (acena com a cabeça que sim)
Abraço.
Me vejo no fundo dos olhos dela.
Olho pra dentro
Já caminhei de volta metade do quarteirão...
Tento acreditar que não estava errado
- Eu não estava errado! - Penso
Enquanto penso, caminho sem perceber
Cego pra fora, olhando pra dentro
Já sai de casa, desci a rua
Virei a direita, andei todo quarteirão
Virei a esquerda, metade do quarteirão
Quando dou por mim, sai o grito
Em frente ao portão
Ela olha pra mim
_ Tudo que eu quero é um abraço
_ ...
_ Vamos parar com isso tudo?
_ ... (acena com a cabeça que sim)
Abraço.
Me vejo no fundo dos olhos dela.
Olho pra dentro
Já caminhei de volta metade do quarteirão...
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