segunda-feira, 15 de agosto de 2011

dois

E que se danem todos os que me vierem falar de clichês
Saiam de cabeça baixa e mãos vazias
Todos aqueles que também adoram meter bedelho
Na vida alheia
Todos os que fazem sofrer, todos os que sofrem demais à toa
Vão! Não preciso de falsas regalias
Não me prendo ao passado e não vejo problema
Se passou, passou, tudo bem podem partir
Ficarei aqui contando o tempo e todos os lugares
Feliz e sem remorso, a vida muda mesmo
[todo dia.

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