quinta-feira, 17 de junho de 2010

Κρόνος

É isso que vejo,
Não controlo minha mão
São letras e mais letras de nada
Ao mesmo tempo que meu peito
Se enche de um ar viscoso e quente
As outroras e os cronômetros, agora,
Esqueceram de seu pai, que os vomitou pra fora
Para que pudessem ser o tempo
Afim de apensa serem
Sem ter que explicar nada.

"Texto de minha autoria postado em Polaris no dia 16 de outubro de 2009."

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