É isso que vejo,
Não controlo minha mão
São letras e mais letras de nada
Ao mesmo tempo que meu peito
Se enche de um ar viscoso e quente
As outroras e os cronômetros, agora,
Esqueceram de seu pai, que os vomitou pra fora
Para que pudessem ser o tempo
Afim de apensa serem
Sem ter que explicar nada.
"Texto de minha autoria postado em Polaris no dia 16 de outubro de 2009."
Gordoo é perfeito!
ResponderExcluirLindo lindo ..