
A página esquerda, a que ninguém vê
A dor que sinto e mesmo que quisesse
Não é menor à falta que sinto de você
Não sei medir os versos, saem sem querer
Da mesma forma que o presente se vai
Guarda no passado o velho baú que é
O futuro, não sei, talvez seja, talvez não
Mas quando escrevo aqui, guardo pra ele.
Alguém verá e verá que a página esquerda
Agora, está escrita. E vivo sim de lembranças
Me mata todos os dias o esquecimento
Vivo e lembro, o passado é a base que sustenta
A lembrança é o presente do afortunado
O sonho é o futuro de quem quer um dia,
Chegar até a página direita.
E ai Pedro, tudo joia? Muito bonitos seus poemas cara!
ResponderExcluirEu add seu blog no meu blog de desenhos, ok?
Abração, e parabens pelos belos escritos!
seus textos tb são bons *-*
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